Em artigo publicado na MIT Technology Review Brasil, produzido em parceria com a Energisa, a discussão mostra por que reduzir desperdícios e deslocar parte do consumo para horários de menor pressão no sistema pode ser uma das formas mais rápidas e eficientes de aliviar custos, aumentar a segurança energética e preparar o país para uma economia mais digital, eletrificada e descarbonizada.
O texto destaca que a expansão da infraestrutura continuará sendo necessária, mas que eficiência energética e gestão da demanda precisam ganhar papel estratégico no planejamento do setor. Programas como o Procel e iniciativas regulatórias da ANEEL já demonstram impactos relevantes na redução do consumo e da demanda de ponta, ajudando a evitar investimentos mais caros no sistema.
O artigo também aborda os desafios do comportamento do consumidor diante de tarifas horárias e mostra que, para a flexibilidade ganhar escala no Brasil, será preciso combinar sinal econômico, tecnologia, automação, informação acessível e políticas públicas mais aderentes à realidade das pessoas.
Ao longo da análise, especialistas defendem que eficiência energética não deve ser vista apenas como uma escolha individual, mas como uma infraestrutura invisível capaz de aumentar a competitividade do país, reduzir emissões e fortalecer a resiliência do sistema elétrico.
Leia o artigo completo e entenda por que a energia mais competitiva pode ser justamente aquela que o sistema consegue evitar desperdiçar.

