A CPFL Energia acaba de dar um passo estratégico na digitalização de sua operação. Em parceria com a TIM, a companhia vai investir R$ 60 milhões na implantação de uma rede privativa de 450 MHz — uma tecnologia com grande capacidade de penetração e alcance em áreas rurais e de difícil acesso.
O que muda na prática
Com a rede privativa, a CPFL poderá conectar em larga escala equipamentos de medição inteligente, sensores de rede, automação de subestações e sistemas de monitoramento — tudo com segurança e desempenho dedicados.
Isso significa:
🔹 Mais eficiência operacional — dados em tempo real para tomada de decisão 🔹 Menos perdas técnicas e comerciais — monitoramento contínuo da rede 🔹 Maior resiliência — comunicação independente mesmo em eventos climáticos extremos 🔹 Suporte à transformação digital — base para redes inteligentes (smart grids)
Contexto maior
O movimento da CPFL se alinha a uma tendência global do setor elétrico: a verticalização da conectividade. Grandes distribuidoras estão migrando de redes públicas (3G/4G) para infraestrutura própria ou compartilhada, garantindo controle, segurança e disponibilidade para aplicações críticas.

