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	<title>Arquivo de pesquisa - SindiEnergia</title>
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		<title>A “Pesquisa: Utilização de IA na Indústria” da Fiesp revela desafios e oportunidades na adoção de IA</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2024/10/03/a-pesquisa-utilizacao-de-ia-na-industria-da-fiesp-revela-desafios-e-oportunidades-na-adocao-de-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 12:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo de Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[fiesp]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sobre a &#8220;Utilização de Inteligência Artificial na Indústria&#8221; conduzida entre 17 de junho e 5 de julho de 2024 com 304 empresas paulistas de diferentes setores,  traz insights importantes sobre o impacto da IA ​​no setor industrial brasileiro. O levantamento mostrou que, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sobre a &#8220;Utilização de Inteligência Artificial na Indústria&#8221; conduzida entre 17 de junho e 5 de julho de 2024 com 304 empresas paulistas de diferentes setores,  traz insights importantes sobre o impacto da IA ​​no setor industrial brasileiro. O levantamento mostrou que, apesar de a Inteligência Artificial (IA) estar crescendo em relevância, ainda há desafios significativos para sua adoção mais ampla.</p>
<p>A pesquisa demonstrou que um número crescente de empresas brasileiras está explorando o uso de IA para melhorar a eficiência operacional, aprimorar processos produtivos e desenvolver novos produtos. No entanto, a adoção é desigual, com grandes empresas liderando o uso dessas tecnologias, enquanto as pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam maiores barreiras para incorporá-la.</p>
<p>Revela ainda, que o conhecimento sobre Inteligência Artificial (IA) ainda é limitado, com 65% das empresas afirmam ter pouca familiaridade com o tema. No entanto, o interesse em aprofundar esse conhecimento é expressivo, alcançando 78,8%. Além disso, o estudo aponta que 60,1% das empresas planejam implementar IA nos próximos meses.</p>
<p>Conheça os resultados aqui (link para o arquivo)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Racionamento de energia pode ser a única opção para o Brasil</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2021/08/19/racionamento-de-energia-pode-ser-a-unica-opcao-para-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2021 14:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[cni]]></category>
		<category><![CDATA[crise hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[empresarios]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[racionamento]]></category>
		<category><![CDATA[racionamento energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um levantamento feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que 63% dos empresários do setor industrial acreditam que o racionamento de energia elétrica é uma possibilidade para o Brasil, diante da baixa dos reservatórios e da bandeira vermelha na conta de energia elétrica. Os empresários temem que a crise hídrica afete sua competitividade. Esse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que 63% dos empresários do setor industrial acreditam que o racionamento de energia elétrica é uma possibilidade para o Brasil, diante da baixa dos reservatórios e da bandeira vermelha na conta de energia elétrica.</p>
<p>Os empresários temem que a crise hídrica afete sua competitividade. Esse temor é mais presente nos setores em que a energia representa uma parcela maior dos custos totais, e entre os empresários que acreditam que haverá racionamento ou aumento grande no custo com energia.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2756 size-large" src="https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pesquisa-cni-1-1024x512.png" alt="" width="1024" height="512" srcset="https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pesquisa-cni-1-1024x512.png 1024w, https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pesquisa-cni-1-300x150.png 300w, https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pesquisa-cni-1-768x384.png 768w, https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pesquisa-cni-1-1536x768.png 1536w, https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pesquisa-cni-1-1170x585.png 1170w, https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pesquisa-cni-1-870x435.png 870w, https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pesquisa-cni-1-390x195.png 390w, https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pesquisa-cni-1.png 1800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa aponta ainda que nove em cada dez empreendedores estão preocupados com o cenário atual de crise hídrica, e 98% acreditam que haverá aumento de preços. Parte dos empresários também manifestam preocupação com a possibilidade de racionamento de água (34%), aumento no custo da água (30%) ou mesmo instabilidade ou interrupção no fornecimento de água (23%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais de metade dos empresários temem que crise hídrica afete a competitividade</strong></p>
<p>Em média, 52% dos empresários consultados acreditam que a crise hídrica reduzirá a competitividade de suas empresas, sendo que 39% acreditam que isso ocorrerá provavelmente e 13% que isso ocorrerá com certeza.</p>
<p>A competitividade das empresas se reduz com aumentos no custo da energia na medida em que o custo com a energia pesa no custo total da empresa, quanto maior for o aumento desse custo e quanto maior a probabilidade de restrição ou interrupção do fornecimento.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-2750 size-full" src="https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pesquisa-CNI-tabela.png" alt="" width="788" height="481" srcset="https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pesquisa-CNI-tabela.png 788w, https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pesquisa-CNI-tabela-300x183.png 300w, https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pesquisa-CNI-tabela-768x469.png 768w, https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pesquisa-CNI-tabela-390x238.png 390w" sizes="(max-width: 788px) 100vw, 788px" /></p>
<p>Entre os empresários consultados pela confederação, 22% afirmam que pretendem mudar o horário de funcionamento de suas empresas para reduzir o consumo de energia em horário de pico, em resposta à crise hídrica. No entanto, quase dois terços das empresas consideraram que implementar essa alteração de horário é difícil ou muito difícil.</p>
<p>A CNI ouviu 572 empresas, sendo 145 pequenas, 200 médias e 227 grande porte, no período de 25 de junho a 2 de julho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNI</p>
<p>&nbsp;</p>
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