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	<title>Arquivo de energia renovável - SindiEnergia</title>
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		<title>CPFL vai instalar piloto de hidrogênio verde para suprimento industrial no Rio Grande do Norte</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2024/08/27/cpfl-vai-instalar-piloto-de-hidrogenio-verde-para-suprimento-industrial-no-rio-grande-do-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
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		<category><![CDATA[cpfl energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CPFL Energia implantará, em parceria com a Mizu Cimentos, do grupo Polimix, uma planta de hidrogênio verde em Baraúna, Rio Grande do Norte. Serão R$ 40 milhões em investimentos e a expectativa é que o empreendimento comece a operar em 2027. É um projeto piloto, financiado por meio do Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A CPFL Energia implantará, em parceria com a Mizu Cimentos, do grupo Polimix, uma planta de hidrogênio verde em Baraúna, Rio Grande do Norte. Serão R$ 40 milhões em investimentos e a expectativa é que o empreendimento comece a operar em 2027.</p>
<p>É um projeto piloto, financiado por meio do Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).</p>
<p>Além de contemplar planos futuros de novos investimentos para operar em maior escala, trata-se, de fato, de uma comercialização do hidrogênio verde, que vai substituir parte da queima de coque de petróleo.</p>
<p>“É primeiro conhecer a tecnologia, para ganharmos mais produtividade, mais eficiência e, como consequência, abaixar os custos. Ao mesmo tempo, a gente começa a estudar os usos dessa tecnologia. Tem várias possibilidades de uso. Nosso desafio é encontrar aquele que será viável primeiro”, afirmou o presidente da CPFL Energia, Gustavo Estrella.</p>
<p>Após a conclusão, daqui a três anos, haverá um período de seis meses para o monitoramento do impacto do hidrogênio na redução de emissões de CO2, que pode chegar a 12,5 toneladas por ano.</p>
<p>O hidrogênio verde é obtido por meio de fontes de energia 100% renovável, como solar e eólica. É uma das rotas de produção com baixa intensidade de carbono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: epbr</p>
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		<title>EDP inaugura maior parque solar da Europa e lança assinatura para consumidor no ES</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2024/04/01/edp-inaugura-maior-parque-solar-da-europa-e-lanca-assinatura-para-consumidor-no-es/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Apr 2024 12:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[EDP Renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A EDP Renováveis (EDPR), o quarto maior produtor mundial de energia renovável, iniciou a operação do maior parque de energia solar da Europa. A Central Fotovoltaica de Cerca, no norte de Portugal, tem capacidade para gerar 202 megawatts (MW) . O projeto português tem cerca de 310 mil painéis solares bifaciais, que absorvem energia solar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP Renováveis (EDPR), o quarto maior produtor mundial de energia renovável, iniciou a operação do maior parque de energia solar da Europa. A Central Fotovoltaica de Cerca, no norte de Portugal, tem capacidade para gerar 202 megawatts (MW) . O projeto português tem cerca de 310 mil painéis solares bifaciais, que absorvem energia solar de ambos os lados.</p>
<p>A previsão é chegar a uma produção anual de 330 gigawatts/hora (GWh). O volume é suficiente para abastecer 100 mil famílias &#8211; o equivalente a, aproximadamente, 1% da população de Portugal. Segundo a companhia, a energia gerada permite evitar a emissão de 170 toneladas de CO2 por ano.</p>
<p>Com o novo projeto, segundo nota divulgada pela empresa, a EDP Renováveis passa a ter uma capacidade solar instalada de 540 MW no país e tem planos de &#8220;colocar em operação mais 1 GW de energia renovável em Portugal até 2026”.</p>
<p>“Na EDP, estamos a olhar para dezenas de novos projetos solares que darão um importante contributo para o caminho” da transição energética, informou, por meio de nota, Duarte Bello, administrador executivo da EDP Renováveis para a Europa e América Latina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Meta</strong></p>
<p>Em 2024, a EDPR prevê acrescentar mais 4 GW de capacidade instalada adiciona &#8211; 85% estão em construção e 15% deverão iniciar a construção nos próximos meses. Cerca de 80% está distribuída entre a Europa e os Estados Unidos.</p>
<p>A empresa tem se concentrado no desenvolvimento de projetos solares a nível global. A estratégia inclui centrais de energia solar descentralizadas de grande escala, mas também pequenas.</p>
<p>A EDP Renováveis planeja destinar metade do seu investimento global até 2026 para a energia solar em projetos de larga escala e geração descentralizada. Atualmente, a capacidade solar instalada é de 4,3 GWp, com destaque para os projetos de Pereira Barreto (203 MWp), no Brasil, Los Cuervos (200 MWp), no México, e Xuan Thien (199 MWp), no Vietnã. No solar descentralizado, a EDP informa contar com mais de 1,7 GWp de capacidade instalada nas quatro regiões globais onde atua.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Projeto capixaba</strong></p>
<p>No Brasil, a EDP passou a oferecer aos clientes residenciais do Espírito Santo o acesso à energia fotovoltaica por meio do Programa Solar Digital. Com isso, além de atender pequenos e médios empresários, a empresa inclui um novo segmento ao serviço de assinatura de energia solar. Para acelerar a expansão da base de atendimento, será concedido um desconto de até 18% na fatura de energia elétrica para quem aderir até 31 de março.</p>
<p>Segundo a empresa, os clientes com uma fatura mensal de energia elétrica a partir de R$ 250 podem ter energia solar sem gastar com a instalação de placas fotovoltaicas ou alterações na rede elétrica.</p>
<p>Fonte: Exame</p>
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		<title>Mulheres no setor de energia, um desafio de mudança</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2024/03/08/mulheres-no-setor-de-energia-um-desafio-de-mudanca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 12:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
		<category><![CDATA[dia da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num mundo que enfrenta múltiplas crises que exercem pressão na política e na economia, alcançar a igualdade de género é mais vital do que nunca. Garantir os direitos das mulheres em todos os aspectos da vida é uma forma de garantir economias prósperas e um planeta saudável para as gerações futuras. Uma pesquisa divulgada pela [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num mundo que enfrenta múltiplas crises que exercem pressão na política e na economia, alcançar a igualdade de género é mais vital do que nunca. Garantir os direitos das mulheres em todos os aspectos da vida é uma forma de garantir economias prósperas e um planeta saudável para as gerações futuras.</p>
<p>Uma pesquisa divulgada pela Agência Internacional de Energia Renovável (Irena) mostrou que embora as mulheres representem quase metade da população mundial, a igualdade de gênero ainda é um grande desafio. E no setor de energia, as mulheres representam menos de um quarto da força de trabalho total de energia e um terço do setor de energia renovável.</p>
<p>De acordo com a Irena, as mulheres representam apenas 32% da força de trabalho global de energia renovável, e somente 21% da força de trabalho eólica. E quando se trata de papéis em ciência, tecnologia, engenharia e matemática (CTEM), esses números são ainda menores: 28% e 14%, respectivamente. A análise da IRENA também conclui que as mulheres são mais propensas a serem empregadas em cargos não-técnicos, administrativos e de relações públicas com salários mais baixos do que em cargos técnicos, gerenciais ou de formulação de políticas públicas.</p>
<p>Embora as mulheres representem aproximadamente um terço da força de trabalho total na indústria de geração renovável, é no setor de energia solar fotovoltaica que elas marcam maior presença, com uma participação de 40%, segundo relatório da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA). É quase o dobro da proporção de mulheres empregadas na indústria eólica (21%). A maioria delas (58%) atua em funções administrativas.</p>
<p>De acordo com o relatório World Energy Transitions Outlook 2022 da Irena, haverá cerca de 139 milhões de empregos no setor energético em todo o mundo até 2030. Para a agência, esta é uma oportunidade de aprimorar a força de trabalho, incluindo mais mulheres no processo. “Aproveitar a participação das mulheres como agentes de mudança pode encorajar, influenciar e acelerar a transformação energética”, defende a instituição.</p>
<p>A pesquisa Mulheres no Setor Elétrico, promovida pela Agência Nacional de Energia Elétrica em 2023, mostra que no setor elétrico a participação dos homens ainda é majoritária especialmente nas áreas de alta liderança e operação. As mulheres seguem em menor percentual, com maior atuação dos setores administrativos e de serviços gerais (66,98%). No geral as mulheres correspondem a 20,81 % dos colaboradores das concessionárias.</p>
<p>Alguns aspectos foram citados como barreiras para melhorar estes resultados, sendo:</p>
<ul>
<li>Formação técnica (72,12%) – historicamente as mulheres foram pouco encorajadas a estudar e se formarem em áreas consideradas masculinas, como por exemplo: engenharias, tecnologia, ciências e matemáticas.</li>
<li>Viés de gênero (21,30%) – foi o segundo mais citado como obstáculo para aumentar a contratação de mulheres no setor.</li>
</ul>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-4447 aligncenter" src="https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2024/03/barreiras-contratacao-mulheres-energia.png" alt="" width="516" height="388" srcset="https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2024/03/barreiras-contratacao-mulheres-energia.png 516w, https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2024/03/barreiras-contratacao-mulheres-energia-300x226.png 300w, https://sindienergia.org.br/wp-content/uploads/2024/03/barreiras-contratacao-mulheres-energia-390x293.png 390w" sizes="(max-width: 516px) 100vw, 516px" /></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=0H_i3sc3UJ4">https://www.youtube.com/watch?v=0H_i3sc3UJ4</a></p>
<p>A pesquisa revelou também boas práticas no setor elétrico:</p>
<ol>
<li>Investimento em treinamento e capacitação de mulheres, especialmente para atuação nas áreas de operação.</li>
<li>Atuar na formação de lideranças femininas, com treinamentos e programas de mentoria.</li>
<li>Revisar os programas de seleção e recrutamento para evitar o viés inconsciente.</li>
<li>Implementar canais exclusivos para recepção de denúncias sobre assédio.</li>
<li>Realizar ações de letramento em gênero e diversidade.</li>
<li>Investir em programas de apoio a parentalidade.</li>
<li>Promover uma cultura de diversidade na instituição</li>
</ol>
<p>Os relatos enviados pelas empresas, demonstram o setor em mudança, focado em realizar uma transição energética justa, com equidade e diversidade, mas o caminho a percorrer ainda é longo.</p>
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		<item>
		<title>ESG de A a Z: CEO da AES fala sobre os desafios do setor de energia renovável</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2024/01/12/esg-de-a-a-z-ceo-da-aes-fala-sobre-os-desafios-do-setor-de-energia-renovavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[aes brasil]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A AES Brasil, subsidiária da companhia norte-americana AES Corporation, está no Brasil há mais de 20 anos e hoje conta com uma variedade de produtos, atuando com a produção hidrelétrica, eólica e também solar. “As emissões para a geração de energia são um dos maiores desafios globalmente. Então os clientes têm esse compromisso de reduzir [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A AES Brasil, subsidiária da companhia norte-americana AES Corporation, está no Brasil há mais de 20 anos e hoje conta com uma variedade de produtos, atuando com a produção hidrelétrica, eólica e também solar. “As emissões para a geração de energia são um dos maiores desafios globalmente. Então os clientes têm esse compromisso de reduzir as emissões na cadeia produtiva e isso precisa passar por energia. Os investidores também estão muito interessados em promover o desenvolvimento das renováveis”, disse Rogério Jorge, CEO da AES Brasil.</p>
<p>Jorge foi o convidado do mais recente episódio do podcast ESG de A a Z da EXAME.   Em conversa com Rodrigo Caetano, editor de ESG da EXAME, o executivo apontou os possíveis caminhos em direção ao desenvolvimento da energia renovável no Brasil e no mundo, no contexto pós-Conferência do Clima (COP28).</p>
<p>Uma das iniciativas globais divulgadas pelo documento oficial ao final da COP28 foi a meta para triplicar a geração de energia renovável. “Acho que esse compromisso de triplicar o desenvolvimento da implantação de energias renováveis começa a partir do momento que aumenta a velocidade de desenvolvimento e crescimento de novos empreendimentos”, afirmou Jorge. O CEO comenta que parte da decisão foi impulsionada pelo posicionamento global de busca para limitar o aquecimento global em 1,5ºC, ao invés de flexibilizar para 2ºC.</p>
<p>Para Jorge, é necessário “aumentar o metabolismo da implementação” para que a meta seja alcançada e existem alguns pontos que são desafios para este desenvolvimento como a questão de investimentos e a diversificação das cadeias produtivas que contam hoje com commodities internacionais – além da questão de conexão e linha de transmissão. No Brasil, por exemplo, cerca de 70% do consumo de energia renovável está localizado no Sudeste, enquanto 70% das renováveis são produzidas no Nordeste e, este “trâmite energético” custa caro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As etapas para desenvolvimento da energia renovável </strong></p>
<p>Aplicar energia renovável é um processo que exige algumas etapas, mas que tem sido facilitadas se comparadas com outras produções energéticas. “O governo prepara o plano decenal de expansão do sistema, onde ele prevê como o consumo vai subir, ou seja, como esse consumo vai ser atendido e que estrutura precisa ser construída para que o país tenha essa geração? Por isso, existem os leilões de transmissão, antes levaria de 5 a 10 anos para fazer um projeto de uma hidrelétrica de grande porte. Já os projetos solares eólicos, demoram cerca de 1 ano e meio a 3 para serem desenvolvidos a partir do início da construção”, afirma Jorge.</p>
<p>Mas o processo de adequação não para no licenciamento, existem contrapartidas ambientais e sociais a serem consideradas. “Do ponto de vista ambiental, existe toda a parte de licenciamento dos projetos e levantamento de toda a parte arqueológica e de impacto na comunidade local, na flora, fauna e nos rios. Já considerando as comunidades, a mesma coisa, você vai avaliar o impacto não só da comunidade local que aquele projeto tem, mas de todo mundo que pode ser afetado ao longo do tempo. Se vai passar, carreta, caminhão ou linhas de transmissão, se vai passar por área de preservação, existe uma interação grande para poder adequar as rodovias, poder negociar com as prefeituras locais e com as próprias comunidades. A operação conta com vários órgãos reguladores e governamentais das esferas municipal, estadual e federal, interagindo bastante com o pessoal do legislativo, executivo e, algumas vezes, com o judiciário”, diz Jorge.</p>
<p>Para o CEO, o grande desafio da matriz renovável é ser, ao mesmo tempo, limpa, barata e confiável. Porque é fácil atender dois pontos dos três, como por exemplo, ser barata e confiável mas talvez não limpa. Gerar energia que seja acessível do ponto de vista financeiro está atrelado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU (Organização das Nações Unidas). “Esse é o desafio, equilibrar os interesses e dar subsídios para o desenvolvimento”, afirma Jorge, encarando, assim, a energia como meio e não como fim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como a AES Brasil atua no mercado de energia renovável </strong></p>
<p>A AES Brasil, que já foi destaque no setor de Energia do prêmio MELHORES E MAIORES, da EXAME nos anos de 2005, 2006, 2008 e 2009, se preocupa com a questão do custo benefício para os cidadãos e conta com uma série de projetos. Um deles é a criação de um datacenter no Rio Grande do Norte para alimentar a produção da Microsoft, em um dos setores que podem ser mais eletrointensivos.</p>
<p>Para Jorge, a eletrificação é sim uma resposta para descarbonizar as produções. “Há 5 anos atrás, nós éramos integralmente hidrelétricos. Nós tínhamos 2,5 GB de capacidade e, hoje, nós temos 5.2 de capacidade total, ou seja, nós mais do que dobramos o tamanho da companhia em 5 anos pela expansão das [fontes] renováveis, que nós chamamos de não convencionais”, afirma Jorge. A expansão do negócio se deu, em partes, pela construção de novos parques e pela aquisição de parques existentes, como é o caso de parques solares e mais de 10 usinas localizadas no estado de São Paulo – além de aquisições no Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco.</p>
<p>“Diversificação te ajuda a ter competitividade, porque o fato de você ter fontes diferentes em estados diferentes, onde um gera energia de dia, o outro gera de noite, um pode gerar mais no verão e outro no inverno. Essa complementaridade te ajuda a ser mais competitivo, porque o cliente quando consome, por exemplo, a Microsoft ou a Unipar, que é uma cliente nossa produtora, produzem 24 por 7. Precisamos entregar energia de forma eficiente e com menos riscos, sem depender tanto das variáveis como sol e ventos”, diz Jorge.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Exame</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Hidrogênio verde é peça fundamental para neutralizar emissões de carbono</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2023/09/13/hidrogenio-verde-e-peca-fundamental-para-neutralizar-emissoes-de-carbono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 12:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[econenergy]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Potencial brasileiro como exportador de Hidrogênio Verde será um dos temas do Congresso Ecoenergy, que acontece entre 20 e 22 de setembro, em São Paulo Considerado o combustível do futuro, por sua baixa emissão de carbono, o Hidrogênio Verde é uma peça-chave para que se alcance a neutralidade climática até 2050. Pensando nisso, o Congresso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Potencial brasileiro como exportador de Hidrogênio Verde será um dos temas do Congresso Ecoenergy, que acontece entre 20 e 22 de setembro, em São Paulo</p>
<p>Considerado o combustível do futuro, por sua baixa emissão de carbono, o Hidrogênio Verde é uma peça-chave para que se alcance a neutralidade climática até 2050. Pensando nisso, o Congresso Brasileiro de Geração de Energia Renovável &#8211; Ecoenergy terá o painel “Oportunidades e desafios no desenvolvimento de projetos integrados de energia renovável e hidrogênio” no dia 22 de setembro, às 16h30.</p>
<p>O simpósio que encerra os três dias de Congresso no WTC Events Center, em São Paulo, apresentará considerações sobre desenvolvimento de projetos, além de analisar o mercado e o cenário político-global. “Para atingir a neutralidade climática até 2050, meta que é adotada por diversos países, será preciso de diversas soluções que reduzam as emissões de carbono e uma delas seria o hidrogênio”, explica Luana Gaspar, Head de descarbonização e ESG da PSR Energy Consulting, que será uma das participantes do painel.</p>
<p>Obtido através da eletrólise da água, utilizando apenas fontes renováveis, o hidrogênio verde pode ser utilizado na aviação, no transporte marítimo e no transporte de longa distância com caminhões. Na aviação e navegação, se pensa principalmente em seu uso a partir de combustíveis derivados. Além disso, também é aplicável na indústria, como na produção de aço, fertilizantes e plásticos.</p>
<p>“O grande entrave da produção de hidrogênio verde, é o custo de quase quatro vezes mais do que o hidrogênio cinza, que é produzido a partir do gás natural. Para aumentar sua produção, o Brasil precisa encontrar consumidores dispostos a pagar esse valor adicional. Com a Europa querendo atingir sua meta de importação de 10 milhões de toneladas até 2030, pode ser que surjam modelos de incentivo europeus para projetos de produção externa, permitindo em alguns casos a formação de contratos de longo prazo para a compra desse hidrogênio”, completa Luana Gaspar.</p>
<p><strong>Brasil em alta</strong></p>
<p>Apesar de fatores financeiros serem entraves, o Brasil tem muita capacidade de se tornar um exportador de hidrogênio no médio ou longo prazo, desde que haja uma redução no custo. Desta maneira, o negócio passará a ser escalável, ficando mais barato até chegar o momento de paridade com o hidrogênio cinza.</p>
<p>“Temos condições plenas de produzir em escala um hidrogênio verde barato, dado o alto nível de renováveis em nossa matriz e a ampla capacidade de expansão das tecnologias de geração renovável. No curto prazo, esse hidrogênio seria destinado para exportação, mas no longo prazo, com a redução de seu custo e a possível adoção de políticas governamentais para reduzir as emissões brasileiras, poderá haver espaço também para seu uso no mercado doméstico. Por fim, ainda vejo potencial do hidrogênio verde ser usado como um building block, ou seja, uma matéria-prima para outros produtos verdes de maior valor agregado”, destaca a especialista.</p>
<p>Para encerrar, Luana Gaspar aponta que um exemplo disto é a aplicação do hidrogênio verde na fabricação de fertilizantes, ao invés de se produzir com hidrogênio a partir do gás natural. A Unigel e a Yara já anunciaram projetos de produção de amônia verde, um sendo produzido a partir da eletrólise e o outro a partir de biometano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Congresso Ecoenergy 2023</p>
<p>Data: 20 a 22 de setembro</p>
<p>Local: World Trade Center Events Center</p>
<p>Endereço: Avenida das Nações Unidas, 12.551, Brooklin Novo, São Paulo, Brasil</p>
<p>Inscrições: https://congressoecoenergy.com.br/</p>
<p>Mais informações através do e-mail congresso@congressoecoenergy.com.br ou dos telefones: (11) 5585-4355 e (11) 3159-1010.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Fiera Milano Brasil</strong></p>
<p>A Fiera Milano Brasil é a filial brasileira da Fiera Milano, um dos maiores players de feiras e congressos do mundo que a cada ano atraem aproximadamente 30 mil expositores e mais de cinco milhões de visitantes. No Brasil, são realizadas sete feiras que representam os mais diversos segmentos da economia, como segurança, energias limpas e renováveis, tubos e conexões, cabos, saúde no trabalho, tecnologias em reabilitação, inclusão e acessibilidade, entre outras. Entre as principais marcas do portfólio estão Exposec, Fisp, Fire Show, Congresso Ecoenergy, Reatech, Tubotech e wire South America. Mais informações: www.fieramilanobrasil.com.br</p>
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<p><strong>Informações para Imprensa:</strong></p>
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<p>2PRÓ Comunicação &#8211; Fiera Milano Brasil</p>
<p>Teresa Silva – teresa.silva@2pro.com.br</p>
<p>Myrian Vallone &#8211; myrian.vallone@2pro.com.br</p>
<p>(11) 3030-9463 | 9404 | (11) 99228-7836</p>
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		<title>AES Brasil e Liga Ventures vão selecionar 3 startups em ciclo de inovação</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2022/07/18/aes-brasil-e-liga-ventures-vao-selecionar-3-startups-em-ciclo-de-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2022 16:13:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A AES Brasil, empresa geradora de energia 100% renovável, se juntou novamente à Liga Ventures, rede de inovação aberta que conecta empresas e startups a fim de potencializar interações e gerar novos negócios, para o lançamento do quarto ciclo do seu programa de inovação, agora com novo nome: AES Brasil Conecta. A chamada ficará aberta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A AES Brasil, empresa geradora de energia 100% renovável, se juntou novamente à Liga Ventures, rede de inovação aberta que conecta empresas e startups a fim de potencializar interações e gerar novos negócios, para o lançamento do quarto ciclo do seu programa de inovação, agora com novo nome: AES Brasil Conecta. A chamada ficará aberta até o dia 24 de julho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesta edição, o programa irá buscar por projetos que possam gerar inovação e ajudem a solucionar desafios internos alinhados com a estratégia de crescimento da AES Brasil, tais como integração SAP, análise de crédito na venda de energia e análise de investimento para reativação de ativos eólicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As startups serão escolhidas no Speed Dating, evento realizado de forma híbrida no dia 6 de setembro para que os empreendedores conheçam mais sobre os desafios, apresentem suas ideias e solucionem possíveis dúvidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Neste quarto ciclo do programa de inovação aberta, buscamos por startups maduras e que estejam dispostas a cocriar soluções para os desafios propostos pelas áreas operações, riscos e construção da empresa. Em parceria com a Liga Ventures iremos testar essas soluções por meio de provas de conceito, com a intenção de que ao final do AES Brasil Conecta as startups possam se tornar fornecedoras da AES Brasil.” afirma Julia Rodrigues, gerente de P&amp;D e Inovação da AES Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As três startups selecionadas pelo Programa de Inovação Aberta AES Brasil Conecta terão acesso à rede de executivos da AES Brasil por uma rotina de interações com os tomadores de decisão da empresa, acompanhamento do time da Liga Ventures e oportunidade de participar de um ambiente de networking ativo e enriquecedor. Além disso, poderão trabalhar em um escritório completo, em São Paulo, onde terão contato com investidores, executivos, parceiros e outras startups da rede.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os interessados em participar da iniciativa e fazer parte dessa jornada de inovação poderão se inscrever pelo link <a href="https://aesbrasilconecta.liga.ventures/">https://aesbrasilconecta.liga.ventures/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <strong>Bússola / Exame</strong></p>
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