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	<title>Arquivo de diversidade - SindiEnergia</title>
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		<title>Enel SP firma parceria com a USP e lança bolsas de graduação para diversidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2023 12:00:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Enel é a mais nova parceira do programa USP Diversa, iniciativa da Universidade de São Paulo (USP) que promove a diversidade em uma das maiores e mais tradicionais universidades públicas do Brasil. O programa financia bolsas de graduação para estudantes vindos de escolas públicas e em situação de vulnerabilidade econômica e social &#8211; o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Enel é a mais nova parceira do programa USP Diversa, iniciativa da Universidade de São Paulo (USP) que promove a diversidade em uma das maiores e mais tradicionais universidades públicas do Brasil. O programa financia bolsas de graduação para estudantes vindos de escolas públicas e em situação de vulnerabilidade econômica e social &#8211; o que inclui pessoas pretas, pardas, indígenas, com deficiência, LGBTQIA+ e mulheres. A empresa é a primeira do setor de energia a aderir ao programa, numa parceria que vai beneficiar 25 novos bolsistas.</p>
<p>Para promover a diversidade e a inclusão em cursos predominantemente ocupados por homens e que formam profissionais capazes de atuar em setores como o de energia, mais da metade das bolsas serão voltadas para estudantes do gênero feminino de carreiras STEM, sigla em inglês usada para designar as disciplinas de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática (Science, Technology, Engineering and Mathematics).</p>
<p>Com especial enfoque na promoção da diversidade racial, os estudantes que receberão o apoio da Enel terão oportunidade de estreitar laços com a empresa, conhecer a sede da companhia em São Paulo, participar de ações de desenvolvimento promovidos pela empresa, e concorrer a vagas do programa de estágio de acordo com as suas áreas de formação e interesse, tendo a possibilidade de atuar numa das maiores empresas do setor elétrico brasileiro.</p>
<p>“Prezamos a diversidade porque acreditamos que as grandes inovações, assim como as pequenas conquistas, são alcançadas em ambientes inclusivos. A diversidade é inclusão, mas é também inovação, porque significa ser capaz de se reinventar a cada dia, dividir experiências, enxergar novas perspectivas e ser receptivo à mudança. Buscamos pessoas que enxerguem a diferença como oportunidade de aprendizado e desenvolvimento”, reitera o diretor de Pessoas e Organização da Enel Brasil, Alain Rosolino.</p>
<p>“Apoiar a diversidade não é uma decisão exclusiva da USP, mas sim de toda a sociedade. A parceria com empresas como a Enel representa o esforço de diversos atores sociais para acolher o aluno e apoiar a permanência estudantil. Além disso, a participação de empresas no programa colabora para a formação de uma rede de relacionamentos pessoais que será de grande importância para o desenvolvimento profissional desses alunos&#8221;, afirma o reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior.</p>
<p>Fonte: Enel</p>
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		<title>ESG: Diversidade enriquece setor de gás e energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2023 12:00:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado de gás e energia está em franca ascensão no Brasil, atraindo investimentos e o interesse de agentes da iniciativa privada. Nada mais legítimo, portanto, que esse novo momento traga avanços em uma agenda inadiável: a diversidade. Há muito a ser feito. Um estudo realizado em 2021 pela consultoria Fesa Group mapeou um total [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de gás e energia está em franca ascensão no Brasil, atraindo investimentos e o interesse de agentes da iniciativa privada. Nada mais legítimo, portanto, que esse novo momento traga avanços em uma agenda inadiável: a diversidade.</p>
<p>Há muito a ser feito. Um estudo realizado em 2021 pela consultoria Fesa Group mapeou um total de 238 executivos de alta gestão em 25 das maiores empresas de energia no Brasil, nos setores de geração, transmissão, distribuição e comercialização, e revelou que apenas 19% dos cargos eram exercidos por mulheres, sendo que somente 6% atuam nas posições de negócios, como CEO ou líder das áreas de Operações, Manutenção, Novos Negócios ou Engenharia/Construção.</p>
<p>Mudar esse panorama exige mais do que boas intenções. A igualdade de gênero demanda compromissos de todos. E é esse trabalho que temos feito na Compass e nas empresas que fazem parte de seu portfólio de negócios. Criada em 2020, a Compass já nasceu operando a Comgás (SP) e desde então vem crescendo, inclusive com aquisições expressivas no segmento de distribuição de gás canalizado do Brasil: os controles acionários da Sulgás (RS) e da Gaspetro. Esta deu lugar à Commit, em parceria com a Mitsui, que controla a GasBrasiliano (concessionária do noroeste paulista) e tem participação em outras distribuidoras em distintos estados.</p>
<p>Ao longo desses três anos de evolução, a Compass vem renovando sua promessa de enriquecer suas equipes em termos de diversidade e de inclusão. Uma parte expressiva dos cargos de liderança das controladas da Compass é ocupada por mulheres – temos atualmente 38% de lideranças femininas.</p>
<p>Uma inspiração está nos nossos resultados na Comgás – maior empresa brasileira do setor de distribuição de gás canalizado e que integra nosso portfólio há mais tempo. Em 2021 conquistamos o ingresso da companhia no Bloomberg Gender Equality Index (GEI), índice que qualifica empresas comprometidas em apoiar a igualdade de gênero avaliando critérios de liderança feminina, paridade de remuneração, cultura inclusiva, políticas de assédio sexual e marca pró-mulheres.</p>
<p>Para tanto, a companhia tem sido proativa. Estabeleceu comitês e grupos de trabalho sobre diversidade e inclusão, abrindo diálogos sobre essas questões e promovendo treinamentos.</p>
<p>Entre as muitas medidas práticas, duas boas ideias podem ser destacadas. Uma delas é a formação de gasistas, atividade ainda majoritariamente exercida por homens.  Em parceria com a Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec), ajudamos a formatar um curso voltado ao público feminino.  Resultado: 72% de alunas formadas e 32 profissionais contratadas na própria Comgás ou em empresas do setor.  Outra é o programa “Mulheres de Talento 40+”, que promove a capacitação de carreiras de profissionais do gênero feminino (cis ou transgênero) com 40 anos ou mais, para vagas em áreas como Engenharia, Novos Negócios, Inovação, Finanças, Jurídico e Pessoas.</p>
<p>Seguimos fortalecendo essa agenda na medida que a Compass cresce, como na Sulgás: incorporada ao portfólio em 2022, a companhia – logo depois da adequação de portfólio – tem 50% do seu C-Level composto por liderança feminina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ações para capacitar lideranças femininas</strong></p>
<p>E o desafio aumenta, claro, com a expansão do portfólio – como com a aquisição de 51% dos ativos da Gaspetro, e a consequente estruturação da Commit. A ideia é somar nossa experiência, compartilhando as boas práticas para elevar os padrões de diversidade em cada uma das nove concessionárias que compõem o portfólio da Commit. Na GasBrasiliano, por exemplo, as mulheres ocupam 32% das posições de liderança.</p>
<p>Em 2022, a Compass revisitou sua estratégia de sustentabilidade. Todas as etapas do processo foram acompanhadas, discutidas e aprovadas pela diretoria executiva da companhia. Esse trabalho deu origem a uma nova estratégia de ESG, com definição de três pilares de atuação – e um deles é precisamente desenvolver as pessoas e a sociedade. Também assumimos nove compromissos públicos até 2030, o que inclui a meta de atingir 50% de diversidade em cargos de liderança até o ano de 2030.</p>
<p>Para nós, construir essa agenda vai muito além de números. É uma crença de gestão. Acreditamos que a diversidade não só permite refletir de forma mais equilibrada a composição da sociedade, mas estamos convictos de que a pluralidade ajuda a trazer os melhores resultados. Mais: abrir uma jornada de diversidade e de inclusão representa um processo de autoconhecimento dos próprios times e de suas potencialidades.</p>
<p>Para isso, a diversidade de pessoas nos times foi atrelada às metas e aos indicadores da companhia, e que se desdobra às controladas Comgás, Sulgás e GasBrasiliano. Isso significa que vamos continuar impulsionando a participação de mulheres nas posições de gestão e vamos ampliar nosso compromisso para todos os grupos de diversidade.</p>
<p>Uma das diretrizes para este ano é atualizar o censo das empresas e assim mapear os públicos. Outro objetivo nosso é promover um letramento das lideranças, ou seja, o desenvolvimento de conhecimentos, atitudes e habilidades para que possamos potencializar nossas entregas através do exercício de uma liderança inclusiva. Também contamos com recursos tecnológicos e ferramentas de gestão para observar os indicadores, compreender os desafios e sermos mais assertivos em nossas ações.</p>
<p>Não abrimos mão da empatia. Acreditamos na força de um time diverso e, sobretudo, que ambientes de trabalho humanizados e respeitosos, livres de qualquer tipo de discriminação, preconceito, violência e assédio, moral ou sexual, são muito mais criativos e produtivos.</p>
<p>Nosso objetivo é disseminar o entendimento de que as empresas têm muito a evoluir com respeito e reconhecimento do valor que se obtém com a soma das diferenças culturais, de origem, de habilidades físicas e mentais, de ideias, de cor, etnia, religião, orientação sexual, classe econômica, gênero e formação acadêmica.</p>
<p>O que move a Compass é transformar o mercado de gás e de energia. Acreditamos que esse propósito só faz sentido se estiver em sintonia com a vontade de promover um mundo melhor. Seguiremos firmemente engajados nessa direção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por: Elisangela Martins é diretora de Pessoas e Cultura da Compass</p>
<p>23Fonte: Exame</p>
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		<title>Brasil tem cinco empresas de energia em índice global de igualdade de gênero</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2023/03/08/brasil-tem-cinco-empresas-de-energia-em-indice-global-de-igualdade-de-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 12:00:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Índice de Igualdade de Gênero de 2023 da Bloomberg considera desempenho de inclusão no ambiente empresarial. Cinco das 16 companhias brasileiras na lista são do setor de energia Das 16 empresas brasileiras incluídas no Índice de Igualdade de Gênero de 2023 da Bloomberg (GEI, na sigla em inglês), cinco atuam no setor de energia. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice de Igualdade de Gênero de 2023 da Bloomberg considera desempenho de inclusão no ambiente empresarial. Cinco das 16 companhias brasileiras na lista são do setor de energia</p>
<p>Das 16 empresas brasileiras incluídas no Índice de Igualdade de Gênero de 2023 da Bloomberg (GEI, na sigla em inglês), cinco atuam no setor de energia. Divulgado em janeiro, o índice global avalia as práticas de inclusão e igualdade de oportunidades de trabalho entre homens e mulheres.</p>
<p>Este ano, a lista considera 485 companhias presentes em 45 países, incluindo 11 setores empresariais, como financeiro, tecnologia e serviço público, por exemplo. E traz pela primeira vez grupos sediados em Luxemburgo, Equador e Kuwait.</p>
<p>Para entrar no GEI, o desempenho dos negócios é avaliado em cinco categorias: liderança e desenvolvimento de talentos, igualdade de remuneração e paridade salarial, cultura inclusiva, políticas de prevenção ao assédio sexual e imagem de marca.</p>
<p>Os dados sobre as políticas de inclusão de gênero são compartilhados pelas próprias organizações. O engajamento das empresas foi 11% maior do que no ano anterior, aponta a agência de tecnologia.</p>
<p>Se comparado ao total de companhias avaliadas pela pesquisa, o percentual brasileiro ainda é sucinto. Do setor energético, apenas as empresas Braskem, Eletrobras, Cosan, ISA CTEEP, Comgás foram qualificadas para a lista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais inclusivas</strong></p>
<p>Estreante no índice global, a ISA CTEEP desenvolve uma série de iniciativas para priorizar e assegurar a promoção de mulheres no ambiente profissional.</p>
<p>A diretora de Talento Organizacional da empresa, Cristhiani Chitero, defende que ações afirmativas podem ajudar as mulheres a desenvolver todo o seu potencial e alcançar posições de liderança na área energética.</p>
<p>“É motivo de grande orgulho receber esse reconhecimento da Bloomberg, que ratifica o nosso compromisso em ampliar a participação feminina no setor elétrico, ainda majoritariamente masculino”.</p>
<p>Atuante no segmento de transmissão de energia, a ISA alcançou, no ano passado, um quadro de 60% de mulheres em cargos de diretoria executiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cosan e Comgás foram listadas pela terceira vez.</strong></p>
<p>“Trabalhamos diariamente para garantir um ambiente de trabalho diverso e inclusivo, onde todos se sintam à vontade para serem suas melhores versões”, afirma Letícia Grossi, diretora de Pessoas e Cultura da Comgás.</p>
<p>De acordo com Marina Carlini, head de ESG e Comunicação Externa da Cosan, a companhia vem transformando o local de trabalho de forma a torná-lo ainda mais seguro, diverso, igualitário e inclusivo.</p>
<p>“É uma jornada que exige esforço e foco de todos os níveis da organização mudando suas políticas e buscando ser uma empresa cada vez mais inclusiva e igualitária. Ficamos orgulhosos de ver que todos esses esforços vêm sendo reconhecidos ano após ano”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Taxa de diversidade no trabalho cresceu em 2022</strong></p>
<p>As oportunidades de emprego com foco em diversidade aumentaram 33,2% no ano passado, no Brasil, mostra levantamento da plataforma Vagas.com.</p>
<p>A contratação de mulheres, pessoas negras, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência saltou de 19.825 em 2021 para 26.409 em 2022.</p>
<p>O resultado também acompanha o crescimento de 56,35% registrado em 2021 em comparação ao mesmo período de 2020, quando foram anunciadas 11.171 ofertas de postos de emprego.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Epbr</p>
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		<title>Na Comgás, mulheres com mais de 40 anos são contratadas e compartilham desafios de gênero e etarismo</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2023/01/13/3604/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2023 12:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Gás]]></category>
		<category><![CDATA[comgas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As contratadas da Comgás foram reveladas no final de dezembro, na sede da empresa em São Paulo, após um processo seletivo de cinco meses e 4.200 inscritas em parceira com a Maturi. &#8220;Estou feliz e minha vida vai mudar. Depois de 14 anos sendo mãe, esta será a primeira vez que serei funcionária&#8221;, diz Ana [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As contratadas da Comgás foram reveladas no final de dezembro, na sede da empresa em São Paulo, após um processo seletivo de cinco meses e 4.200 inscritas em parceira com a Maturi.</p>
<p>&#8220;Estou feliz e minha vida vai mudar. Depois de 14 anos sendo mãe, esta será a primeira vez que serei funcionária&#8221;, diz Ana Paula Munhoz Corrêa Securato, de 46 anos. A advogada é uma das dez selecionadas pelo programa da Comgás específico para mulheres com mais de 40 anos, que teve as contratadas reveladas nesta semana, na sede da empresa em São Paulo, após um processo seletivo de cinco meses e 4.200 inscritas.</p>
<p>&#8220;No início do ano pensamos em um trainee com algum recorte de diversidade. Primeiro olhamos para gênero, mas percebemos que incluir o etarismo era essencial&#8221;, diz Letícia Grossi, Diretora de Pessoas e Cultura da Comgás. A partir disto, executivos da companhia foram consultados, bem como grupos de com mulheres de empresas parceiras. &#8220;Percebemos uma demanda do mercado, mas não imaginávamos que seriam tantas inscritas&#8221;.</p>
<p>De acordo com a executiva, eram esperadas cerca de cem inscritas. &#8220;Definimos dez vagas por mapear internamente nove áreas específicas do negócio de modo que essas mulheres sejam contratadas como analistas sêniores e tenham uma carreira acelerada para coordenação, gerência e mais&#8221;.</p>
<p>Para Mórris Litvak, CEO e fundador da consultoria Maturi, a quantidade de inscritas não foi uma surpresa. &#8220;Todos os nossos processos seletivos são focados em pessoas com 50 anos ou mais &#8212; ou 40 anos ou mais quando há recorte de gênero, como é o caso na Comgás. E não é a primeira vez que temos grande demanda de profissionais maduros interessados no mercado de trabalho&#8221;, afirma.</p>
<p>Segundo ele, o interesse das companhias em funcionários mais velhos também cresce. &#8220;Estamos fechando o ano com 48 clientes e metade trabalharam conosco pela primeira vez em 2022. Além disto, espero um interesse ainda maior no próximo ano&#8221;, diz Mórris.</p>
<p>A expectativa do executivo se dá por a Maturi ter se tornado, em novembro, representante oficial no Brasil do programa Certified Age Friendly Employer (CAFE), do Age Friendly Institute, organização com mais de 15 anos de atuação nos EUA, onde a certificação já possui apoio do governo estadual e federal. &#8220;Esperamos ter as primeiras empresas certificadas já em fevereiro. Isto gera uma concorrência saudável no tema&#8221;.</p>
<p>Na Comgás, as selecionadas começam a trabalhar dia 16 de janeiro. Além de realizar as funções tradicionais, elas terão encontros com a liderança para discutir sobre o futuro da energia e do negócio; visita técnica em campo com o time de operações e em todos os segmentos da Comgás.</p>
<p>13Elas também passarão por treinamentos de autoconhecimento, desenvolvimento de liderança feminina, mentoria com executivas, além de workshops para ampliar conhecimento em ferramentas, conteúdos técnicos e comportamentais. &#8220;Temos cinco grupos de diversidade na companhia que garantem a integração e o pertencimento e não será diferente agora&#8221;, diz Letícia.</p>
<p>Fonte: Exame</p>
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