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	<title>Arquivo de oferta - SindiEnergia</title>
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		<title>Para atrair o consumidor, produto fica mais eficiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 12:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo de Estudos]]></category>
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		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O selo de consumo energético deixou de ser um critério opcional na escolha de um eletrodoméstico. Atentos, os fabricantes apostam na eficiência energética para atrair o consumidor, que está com poder de compra enfraquecido e às voltas com a crise hídrica no país. Refrigeradores com inteligência artificial para mapear o comportamento de uso, aparelhos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O selo de consumo energético deixou de ser um critério opcional na escolha de um eletrodoméstico. Atentos, os fabricantes apostam na eficiência energética para atrair o consumidor, que está com poder de compra enfraquecido e às voltas com a crise hídrica no país.</p>
<p>Refrigeradores com inteligência artificial para mapear o comportamento de uso, aparelhos de ar-condicionado que trabalham sem ventilação e fornos elétricos com vedação extra para gerar mais calor são algumas das inovações trabalhadas pela indústria com a proposta de aliviar a conta de luz dos clientes.</p>
<p>Melhorias em componentes e materiais usados na fabricação dos produtos também ajudaram o setor a aumentar a eficiência energética dos produtos de 30% a 45%, nos últimos dez anos, informa a Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros).</p>
<p>O potencial de mercado no país é grande: 80% dos consumidores brasileiros ainda não possuem eletrodomésticos com classificação de consumo mais eficiente, partindo do selo A, aponta a entidade.</p>
<p>A nova categorização estabelecida pelo Inmetro, em agosto, para o selo Procel de Eficiência Energética, que inclui o índice A+++ em refrigeradores, já é um diferencial para fabricantes como a LG, com dez modelos na categoria, e a Panasonic, que vende 11 refrigeradores A+++, oferecendo até 40% mais eficiência em relação ao nível A.</p>
<p>A classificação A+++ exige eficiência de até 30% no consumo de energia sobre o atual selo A, de até 20% sobre o atual selo A+ e de 10% sobre o selo A+.</p>
<p>“À medida que há uma procura maior por esses produtos, a oferta vai aumentar e o preço vai cair, mas ainda estamos em uma fase de transição”, diz José Jorge Junior, presidente da Eletros. “Daqui a um tempo, vamos ter a eficiência em todos os produtos, não por uma imposição de lei, mas por reputação das marcas”, afirma.</p>
<p>Entre os exemplos de imposição, Jorge Junior cita países como Argentina, África do Sul e Índia nos quais a eficiência energética tornou-se obrigatória em todos os produtos. “A pressão para o consumidor só adquirir produtos mais eficientes, e todos mais caros, fez com que as pessoas não trocassem os produtos”.</p>
<p>A conscientização sobre o melhor uso dos eletrodomésticos pelo brasileiro é uma frente de trabalho da indústria. A Eletros articula a criação de uma campanha educacional, junto a outras entidades do setor, trazendo dicas como reduzir o abre e fecha da porta do refrigerador, programar o desligamento da TV e do ar-condicionado à noite, por exemplo.</p>
<p>“Em um país de dimensões continentais como o Brasil, é inviável um morador do Norte deixar de usar o ar-condicionado ou uma pessoa no Sul tomar banho frio quando a temperatura é de 6 graus”, diz Jorge Junior. “Não é não usar, é saber usar”, diz.</p>
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<p>Fonte: Valor Econômico</p>
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