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	<title>Arquivo de hidrogenio verde - SindiEnergia</title>
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		<title>Certificação de hidrogênio verde é tema de livro publicado pela AES Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 12:00:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[livro "Certificação de Hidrogênio: Aspectos Comerciais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil tem potencial para produzir quase 2 bilhões de toneladas de hidrogênio verde (H2V) e se tornar líder global na produção e exportação da tecnologia, segundo o Ministério de Minas e Energia. Considerado como o &#8220;combustível do futuro&#8221; e fundamental para a transição energética e descarbonização mundial, evoluir nas discussões sobre o H2V que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil tem potencial para produzir quase 2 bilhões de toneladas de hidrogênio verde (H2V) e se tornar líder global na produção e exportação da tecnologia, segundo o Ministério de Minas e Energia. Considerado como o &#8220;combustível do futuro&#8221; e fundamental para a transição energética e descarbonização mundial, evoluir nas discussões sobre o H2V que viabilizem o desenvolvimento do mercado no Brasil é crucial.</p>
<p>Como forma de contribuir para esse debate e para o avanço na obtenção das certificações de projetos de H2V no país, a AES Brasil, geradora de energia 100% renovável, viabilizou a produção e a publicação do livro <strong>&#8220;Certificação de Hidrogênio: Aspectos Comerciais, Geopolíticos e Tecnológicos&#8221;,</strong> escrito por Guilherme Dantas, pesquisador sênior do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI) e sócio diretor da Essenz Soluções; O livro é um dos resultados do projeto &#8220;Habilitadores técnicos e regulatórios para a criação de um mercado de hidrogênio verde síncrono no Brasil&#8221;, do Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que também contou com contribuição da Sun Mobi.</p>
<p>&#8220;É uma grande satisfação vermos concretizado um material tão rico e multidisciplinar que dialoga sobre o futuro da energia tendo o hidrogênio de baixa emissão de carbono como um protagonista na corrida da transição energética global. Acredito que se trata de um conteúdo de leitura indispensável, com insights valiosos sobre o tema e essencial para quem quiser compreender de forma profunda os desafios inerentes das regras de certificação para a formação de um mercado internacional e sobre o papel do Brasil nessa indústria&#8221;, afirma Julia Rodrigues.</p>
<p>Entre os diversos assuntos abordados, Julia Rodrigues destaca: &#8220;esse projeto teve como objetivo não somente investigar habilitadores técnicos e regulatórios para a viabilização do mercado de H2V no Brasil e nossos diferenciais como país, mas também desenvolveu um software de otimização das condições para produção do H2 verde síncrono considerando as restrições da cadeia de produção e os ativos renováveis da AES Brasil. Na medida que permite ao usuário escolher as regras de certificação ou criar suas próprias regras, a ferramenta poderá auxiliar na identificação das melhores condições de operação das plantas de hidrogênio verde, viabilizando ou antecipando a viabilidade desse tipo de investimento no país. Além da aplicabilidade imediata para os negócios da empresa, acreditamos que os resultados desse projeto têm grande valia para as discussões setoriais sobre o tema, não apenas pelos conhecimentos gerados, mas também pelas simulações possíveis do software que demonstram diretamente os impactos das restrições dos modelos de certificação na viabilidade e preço do produto final&#8221;, explica Julia.</p>
<p>A ferramenta também faz parte do projeto PDI da Aneel e já foi apresentada à Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), com o objetivo de contribuir para as discussões setoriais em torno do tema.</p>
<p>A energia renovável é um modelo de negócio adotado desde o início das operações da AES Brasil e está totalmente alinhada às necessidades e compromissos globais de transição energética. Desde 2022, a companhia possui um pré-contrato firmado com o Complexo de Pecém, no Ceará, para o desenvolvimento de um estudo de viabilidade técnica e comercial para a construção de uma unidade fabril para a produção de hidrogênio e amônia verdes (até 800 mil toneladas/ ano).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A versão digital do livro é gratuita e pode ser solicitada pelo formulário de contato no link.</strong></p>
<p><a href="https://www.aesbrasil.com.br/pt-br/Inovacao">https://www.aesbrasil.com.br/pt-br/Inovacao</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: AES Brasil</p>
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		<title>CPFL vai instalar piloto de hidrogênio verde para suprimento industrial no Rio Grande do Norte</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2024/08/27/cpfl-vai-instalar-piloto-de-hidrogenio-verde-para-suprimento-industrial-no-rio-grande-do-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[cpfl energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CPFL Energia implantará, em parceria com a Mizu Cimentos, do grupo Polimix, uma planta de hidrogênio verde em Baraúna, Rio Grande do Norte. Serão R$ 40 milhões em investimentos e a expectativa é que o empreendimento comece a operar em 2027. É um projeto piloto, financiado por meio do Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A CPFL Energia implantará, em parceria com a Mizu Cimentos, do grupo Polimix, uma planta de hidrogênio verde em Baraúna, Rio Grande do Norte. Serão R$ 40 milhões em investimentos e a expectativa é que o empreendimento comece a operar em 2027.</p>
<p>É um projeto piloto, financiado por meio do Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).</p>
<p>Além de contemplar planos futuros de novos investimentos para operar em maior escala, trata-se, de fato, de uma comercialização do hidrogênio verde, que vai substituir parte da queima de coque de petróleo.</p>
<p>“É primeiro conhecer a tecnologia, para ganharmos mais produtividade, mais eficiência e, como consequência, abaixar os custos. Ao mesmo tempo, a gente começa a estudar os usos dessa tecnologia. Tem várias possibilidades de uso. Nosso desafio é encontrar aquele que será viável primeiro”, afirmou o presidente da CPFL Energia, Gustavo Estrella.</p>
<p>Após a conclusão, daqui a três anos, haverá um período de seis meses para o monitoramento do impacto do hidrogênio na redução de emissões de CO2, que pode chegar a 12,5 toneladas por ano.</p>
<p>O hidrogênio verde é obtido por meio de fontes de energia 100% renovável, como solar e eólica. É uma das rotas de produção com baixa intensidade de carbono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: epbr</p>
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		<title>Seminário Hidrogênio Verde no Brasil será realizado pela Fiesp em novembro</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2023/11/13/seminario-hidrogenio-verde-no-brasil-sera-realizado-pela-fiesp-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 12:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[biocombustível]]></category>
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		<category><![CDATA[hidrogenio verde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fiesp irá realizar o Seminário Hidrogênio Verde no Brasil no dia 27 de novembro das 9h às 13h. Participe do evento que irá explorar o potencial do Brasil na transição energética global, concentrando-se no hidrogênio verde como alternativa sustentável. Além disso, destacará a indústria de biocombustíveis avançada do país. &#160; 27 de novembro, das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fiesp irá realizar o Seminário Hidrogênio Verde no Brasil no dia 27 de novembro das 9h às 13h.</p>
<p>Participe do evento que irá explorar o potencial do Brasil na transição energética global, concentrando-se no hidrogênio verde como alternativa sustentável. Além disso, destacará a indústria de biocombustíveis avançada do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>27 de novembro, das 9h às 13h</p>
<p>Local: Sede da Fiesp</p>
<p>Av. Paulista, 1313 – São Paulo – 15º Andar, Espaço Nobre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira a programação, aproveite para fazer a sua inscrição e garantir seu lugar!</p>
<p><a href="https://apps.fiesp.com.br/sce2/InscricaoEvento/InscricaoWebinar/Inscricao/8710?lang=pt">https://apps.fiesp.com.br/sce2/InscricaoEvento/InscricaoWebinar/Inscricao/8710?lang=pt</a></p>
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		<title>Hidrogênio verde é peça fundamental para neutralizar emissões de carbono</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2023/09/13/hidrogenio-verde-e-peca-fundamental-para-neutralizar-emissoes-de-carbono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 12:00:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Potencial brasileiro como exportador de Hidrogênio Verde será um dos temas do Congresso Ecoenergy, que acontece entre 20 e 22 de setembro, em São Paulo Considerado o combustível do futuro, por sua baixa emissão de carbono, o Hidrogênio Verde é uma peça-chave para que se alcance a neutralidade climática até 2050. Pensando nisso, o Congresso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Potencial brasileiro como exportador de Hidrogênio Verde será um dos temas do Congresso Ecoenergy, que acontece entre 20 e 22 de setembro, em São Paulo</p>
<p>Considerado o combustível do futuro, por sua baixa emissão de carbono, o Hidrogênio Verde é uma peça-chave para que se alcance a neutralidade climática até 2050. Pensando nisso, o Congresso Brasileiro de Geração de Energia Renovável &#8211; Ecoenergy terá o painel “Oportunidades e desafios no desenvolvimento de projetos integrados de energia renovável e hidrogênio” no dia 22 de setembro, às 16h30.</p>
<p>O simpósio que encerra os três dias de Congresso no WTC Events Center, em São Paulo, apresentará considerações sobre desenvolvimento de projetos, além de analisar o mercado e o cenário político-global. “Para atingir a neutralidade climática até 2050, meta que é adotada por diversos países, será preciso de diversas soluções que reduzam as emissões de carbono e uma delas seria o hidrogênio”, explica Luana Gaspar, Head de descarbonização e ESG da PSR Energy Consulting, que será uma das participantes do painel.</p>
<p>Obtido através da eletrólise da água, utilizando apenas fontes renováveis, o hidrogênio verde pode ser utilizado na aviação, no transporte marítimo e no transporte de longa distância com caminhões. Na aviação e navegação, se pensa principalmente em seu uso a partir de combustíveis derivados. Além disso, também é aplicável na indústria, como na produção de aço, fertilizantes e plásticos.</p>
<p>“O grande entrave da produção de hidrogênio verde, é o custo de quase quatro vezes mais do que o hidrogênio cinza, que é produzido a partir do gás natural. Para aumentar sua produção, o Brasil precisa encontrar consumidores dispostos a pagar esse valor adicional. Com a Europa querendo atingir sua meta de importação de 10 milhões de toneladas até 2030, pode ser que surjam modelos de incentivo europeus para projetos de produção externa, permitindo em alguns casos a formação de contratos de longo prazo para a compra desse hidrogênio”, completa Luana Gaspar.</p>
<p><strong>Brasil em alta</strong></p>
<p>Apesar de fatores financeiros serem entraves, o Brasil tem muita capacidade de se tornar um exportador de hidrogênio no médio ou longo prazo, desde que haja uma redução no custo. Desta maneira, o negócio passará a ser escalável, ficando mais barato até chegar o momento de paridade com o hidrogênio cinza.</p>
<p>“Temos condições plenas de produzir em escala um hidrogênio verde barato, dado o alto nível de renováveis em nossa matriz e a ampla capacidade de expansão das tecnologias de geração renovável. No curto prazo, esse hidrogênio seria destinado para exportação, mas no longo prazo, com a redução de seu custo e a possível adoção de políticas governamentais para reduzir as emissões brasileiras, poderá haver espaço também para seu uso no mercado doméstico. Por fim, ainda vejo potencial do hidrogênio verde ser usado como um building block, ou seja, uma matéria-prima para outros produtos verdes de maior valor agregado”, destaca a especialista.</p>
<p>Para encerrar, Luana Gaspar aponta que um exemplo disto é a aplicação do hidrogênio verde na fabricação de fertilizantes, ao invés de se produzir com hidrogênio a partir do gás natural. A Unigel e a Yara já anunciaram projetos de produção de amônia verde, um sendo produzido a partir da eletrólise e o outro a partir de biometano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Congresso Ecoenergy 2023</p>
<p>Data: 20 a 22 de setembro</p>
<p>Local: World Trade Center Events Center</p>
<p>Endereço: Avenida das Nações Unidas, 12.551, Brooklin Novo, São Paulo, Brasil</p>
<p>Inscrições: https://congressoecoenergy.com.br/</p>
<p>Mais informações através do e-mail congresso@congressoecoenergy.com.br ou dos telefones: (11) 5585-4355 e (11) 3159-1010.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Fiera Milano Brasil</strong></p>
<p>A Fiera Milano Brasil é a filial brasileira da Fiera Milano, um dos maiores players de feiras e congressos do mundo que a cada ano atraem aproximadamente 30 mil expositores e mais de cinco milhões de visitantes. No Brasil, são realizadas sete feiras que representam os mais diversos segmentos da economia, como segurança, energias limpas e renováveis, tubos e conexões, cabos, saúde no trabalho, tecnologias em reabilitação, inclusão e acessibilidade, entre outras. Entre as principais marcas do portfólio estão Exposec, Fisp, Fire Show, Congresso Ecoenergy, Reatech, Tubotech e wire South America. Mais informações: www.fieramilanobrasil.com.br</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Informações para Imprensa:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2PRÓ Comunicação &#8211; Fiera Milano Brasil</p>
<p>Teresa Silva – teresa.silva@2pro.com.br</p>
<p>Myrian Vallone &#8211; myrian.vallone@2pro.com.br</p>
<p>(11) 3030-9463 | 9404 | (11) 99228-7836</p>
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		<title>Ministro de Minas e Energia participou de lançamento de hidrogênio verde da EDP Brasil</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2023/02/01/ministro-de-minas-e-energia-participou-de-lancamento-de-hidrogenio-verde-da-edp-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 12:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[edp brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira participou, no dia 19 de janeiro, do evento de lançamento da primeira molécula de hidrogênio verde produzida pela empresa EDP Brasil. A planta de hidrogênio tem investimento de R$ 42 milhões e faz parte do Complexo do Pecém, no Ceará. Em nota, a pasta informou que o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira participou, no dia 19 de janeiro, do evento de lançamento da primeira molécula de hidrogênio verde produzida pela empresa EDP Brasil. A planta de hidrogênio tem investimento de R$ 42 milhões e faz parte do Complexo do Pecém, no Ceará.</p>
<p>Em nota, a pasta informou que o hidrogênio tem grande potencial na transição energética e na busca pela neutralidade de carbono até 2050 no Brasil, alinhado ao compromisso climático do Brasil no Acordo de Paris.</p>
<p>“A tecnologia permite acelerar a oferta de energia limpa onde hoje os combustíveis fósseis ainda são necessários. Diversos países têm fomentado investimentos no hidrogênio de baixo carbono, e o Brasil tem um dos maiores potenciais de negócios nesta área”, escreveu o MME.</p>
<p>Em 16 de dezembro de 2022, a Energias do Brasil (EDP Brasil) informou que produziu a primeira molécula de Hidrogênio Verde (H2V) em sua nova unidade de geração localizada em São Gonçalo do Amarante, no Ceará.</p>
<p>O desenvolvimento da planta é um importante marco para a geração de energia limpa no país e faz parte dos compromissos com a transição energética do grupo, disse a EDP, na ocasião.</p>
<p>A empresa disse, na época, que a produção da molécula era “a primeira etapa estratégica do desenvolvimento do Projeto Piloto de H2 no Complexo Termelétrico do Pecém (UTE Pecém), cujo lançamento oficial ocorrerá em janeiro de 2023. Com investimento de R$ 42 milhões, a unidade é a primeira do Ceará e a primeira do Grupo EDP.”</p>
<p>A planta de Hidrogênio Verde (Pecém H2V) da EDP é um projeto de Pesquisa &amp; Desenvolvimento da UTE Pecém que deve gerar o combustível limpo com garantia de origem renovável, além de desenvolver um roadmap com análises de cenários de escalabilidade, considerando todos os elos da cadeia de produção do hidrogênio. Contempla uma usina solar com capacidade de 3 MW e um módulo eletrolisador de última geração para produção do combustível com garantia de origem renovável, com capacidade de produzir 250 Nm3/h do gás.</p>
<p>A iniciativa contou com parcerias importantes como a da Hytron, fornecedora da eletrólise e, como executoras do projeto, além da EDP, estão o grupo GESEL, que avaliou cenários da escalabilidade da produção de H2, identificando a viabilidade econômica, setorial e mercadológica do projeto; a IATI, com o estudo de viabilidade técnica e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).</p>
<p>“Elegemos o complexo de Pecém para abrigar nossa primeira planta de hidrogênio verde no Brasil porque reconhecemos que o Ceará reúne características estratégicas para protagonizar o processo de introdução do hidrogênio verde no País, seja por seu excepcional potencial solar e eólicofundamental para a produção do gás , seja por sua localização e excelente oferta de infraestrutura para o escoamento desse produto ao mercado internacional”, afirmou João Marques da Cruz, CEO da EDP Brasil.</p>
<p>“Com o conhecimento adquirido, poderemos contribuir de maneira mais assertiva para expandir a produção de hidrogênio verde no país e também para regulamentação do segmento”, destacou o CEO da companhia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência CMA</p>
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