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	<title>Arquivo de eolica - SindiEnergia</title>
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		<title>Economia e sustentabilidade: (re)energisa acelera para o Mercado Livre de Energia</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2024/03/04/economia-e-sustentabilidade-reenergisa-acelera-para-o-mercado-livre-de-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 12:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A (re)energisa é a marca do Grupo Energisa responsável pela gestão e comercialização de energia no Mercado Livre. Para quem ainda não conhece, o Mercado Livre é uma alternativa mais barata e sustentável do que a compra tradicional de energia. Possibilita ao consumidor escolher seu fornecedor, podendo negociar preço, duração do contrato e a origem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A (re)energisa é a marca do Grupo Energisa responsável pela gestão e comercialização de energia no Mercado Livre. Para quem ainda não conhece, o Mercado Livre é uma alternativa mais barata e sustentável do que a compra tradicional de energia. Possibilita ao consumidor escolher seu fornecedor, podendo negociar preço, duração do contrato e a origem da energia.</p>
<p>&#8220;É viável negociar condições de preço mais favoráveis, resultando em uma redução de até 30% na conta de energia. A oportunidade de adquirir energia renovável também contribui para a eficácia da agenda ESG das empresas, proporcionando a redução das emissões de gases do efeito estufa e freando o aquecimento global&#8221;, afirma Roberta Godoi, vice-presidente de Soluções da (re)energisa.</p>
<p>Quem faz a migração pode comprar energia de fontes renováveis, como a solar, a eólica e a de biomassa. Essas opções não apenas otimizam recursos financeiros, mas também comunicam aos stakeholders um compromisso com o meio ambiente.</p>
<p>No site da (re)energisa há o passo a passo para aderir ao Mercado Livre e também um simulador para calcular quanto cada um pode economizar com base no consumo atual. Há soluções direcionadas para o consumidor varejista e também para o atacadista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quem pode fazer parte?</strong></p>
<p>Todas as empresas ligadas em média ou alta tensão com conta de luz a partir de R$ 10 mil por mês podem realizar essa transição energética. Nesse início de processo de mudança, a executiva da (re)energisa fala sobre os benefícios da evolução no setor:</p>
<p>&#8220;Além da redução de preços, a competição entre os fornecedores servirá de estímulo para a criação de melhores soluções para atender os clientes, acelerando a evolução do setor e criando produtos cada vez mais aderentes às necessidades de cada um. Pelo lado da (re)energisa, podemos dizer que temos as melhores soluções para atender os clientes de todos os segmentos&#8221;, comemora Roberta.</p>
<p>Outro ponto é pesquisar e dar preferência por um fornecedor que tenha a empresa sólida no mercado. &#8220;A (re)energisa faz parte de um Grupo com 118 anos de atuação no Brasil e possui uma comercializadora de duas décadas, com expertise na avaliação de cenários, na identificação de oportunidades e no atendimento qualificado ao cliente&#8221;, diz Roberta.</p>
<p>A (re)energisa atua durante toda a jornada e também faz reuniões periódicas com o cliente para garantir transparência nas informações. Essa parceria vai da negociação comercial, passando pela escolha do tipo de energia, até a produção de relatórios gerenciais e estudos diversos que agregam ainda mais economia. &#8220;Estamos comprometidos em superar desafios para contribuir efetivamente para o crescimento e desenvolvimento contínuo do Mercado Livre de Energia no Brasil&#8221;, finaliza Roberta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Terra</p>
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		<title>Regras para usinas híbridas tornam eólica e solar mais competitivas</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2021/12/08/regras-para-usinas-hibridas-tornam-eolica-e-solar-mais-competitivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Dec 2021 12:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[aneel]]></category>
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		<category><![CDATA[energia hibrida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os projetos de usinas eólica e solar vão ficar ainda mais competitivos com a nova regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o funcionamento de centrais híbridas. Embora permita a combinação de várias fontes, incluindo hidrelétricas e termoelétricas, a regra beneficia sobretudo as energias renováveis, com o aumento da produtividade. Para cada 1 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os projetos de usinas eólica e solar vão ficar ainda mais competitivos com a nova regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o funcionamento de centrais híbridas. Embora permita a combinação de várias fontes, incluindo hidrelétricas e termoelétricas, a regra beneficia sobretudo as energias renováveis, com o aumento da produtividade.</p>
<p>Para cada 1 megawatt (MW) de energia eólica instalado é possível colocar até 35% de capacidade solar, segundo a desenvolvedora de projetos Casa dos Ventos. Isso porque as duas fontes são complementares. Enquanto o pico de produção da eólica é à noite, a solar gera durante o dia. Mas o parque eólico paga o uso do sistema de transmissão pela capacidade total. Com a regra, a inclusão de uma solar, por exemplo, poderia ocupar parte da capacidade da rede durante o período de baixa geração da eólica.</p>
<p>Além dos projetos novos, que já vão nascer híbridos, muitos parques em operação poderão instalar outras fontes em suas áreas. Só a Casa dos Ventos acredita que pode incrementar seus parques eólicos, de mais de 2,8 mil MW, com 650 MW de energia solar. Outras empresas também já estão com estudos avançados para novos projetos híbridos e para adaptar plantas já existentes, como a Enel, que já tem uma usina híbrida em Pernambuco. “O modelo permite usar de forma mais eficiente a mesma conexão”, diz Roberta Bonomi, da Enel Green Power Brasil.</p>
<p>De acordo com a Aneel, além da complementaridade das fontes de geração e do uso mais eficiente da rede de transmissão, a vantagem das usinas híbridas está na mitigação de riscos comerciais e economia na compra de terreno para instalação dos projetos. “A medida contribui, assim, para o crescimento da capacidade de geração com menores investimentos em expansão das redes” diz a diretora da Aneel, Elisa Bastos, em nota.</p>
<p>“A partir de agora, com a regulamentação, vamos avaliar os projetos híbridos. Nem todos os 20 mil MW de energia eólica no Brasil poderão ter usinas solares, por causa do tipo de terreno, mas muitos poderão ser adaptados”, diz Elbia Gannoum, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica.</p>
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<p>Fonte: O Estado de S. Paulo</p>
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