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	<title>Arquivo de aes - SindiEnergia</title>
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		<title>AES Brasil &#8211; Complexo eólico Tucano é totalmente operado por mulheres</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Oct 2023 12:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Complexo Eólico Tucano, localizado na Bahia, foi inaugurando no dia 3 de outubro. O empreendimento construído através de parceria entre a AES Brasil e a Unipar recebeu investimento de R$ 1,5 bilhão. A AES Brasil, empresa que trabalha há mais de 20 anos com a geração de energia renovável, desponta como a primeira a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Complexo Eólico Tucano, localizado na Bahia, foi inaugurando no dia 3 de outubro. O empreendimento construído através de parceria entre a AES Brasil e a Unipar recebeu investimento de R$ 1,5 bilhão. A AES Brasil, empresa que trabalha há mais de 20 anos com a geração de energia renovável, desponta como a primeira a ter um complexo eólico operado exclusivamente por força de trabalho feminina, em Tucano, na Bahia.</p>
<p>Um dos grandes diferenciais do projeto é que será o primeiro complexo eólico do Brasil a ter operação e manutenção realizadas localmente por uma equipe 100% feminina. Parte da equipe que opera o empreendimento foi formada em uma iniciativa em parceria com o SENAI &#8211; Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial da Bahia, que promoveu o curso de Capacitação em Especialização Técnica em Manutenção e Operação de Parques Eólicos, para a formação de mulheres no setor.</p>
<p>A expectativa é que o complexo contribua para evitar a emissão anual de 57,6 mil toneladas de gases de efeito estufa. O empreendimento, além de ampliar a oferta de energias renováveis na matriz elétrica nacional e de contribuir com a transição energética global, contribuirá também com as metas de sustentabilidade da companhia industrial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Números</strong></p>
<p>O Complexo Eólico Tucano tem capacidade instalada de 322,4 MW, com o potencial de agregar outros 260,4 MW de pipeline. Ele está localizado nos municípios de Tucano, Biritinga e Araci, na Bahia. Mais de 95% da construção já está concluída, com 24 dos 52 aerogeradores em operação. A expectativa é que o Complexo esteja totalmente operacional no primeiro semestre de 2023.</p>
<p>Tucano foi a primeira iniciativa da AES Brasil em empregar somente mulheres, mas não a única: já está em construção na região de Lajes, no Rio Grande do Norte, o Complexo Eólico Cajuína que também será operado 100% por mulheres.</p>
<p>“Aproveitamos o crescimento da empresa para trazer de forma acelerada mais mulheres para os nossos quadros. Não tenho a menor dúvida de que essa capacitação contribuirá para que a operação do nosso Complexo Eólico Cajuína seja 100% feminina”, reforça Clarissa Sadock, CEO da AES Brasil. O empreendimento começará a entrar em operação, de forma faseada, em 2023.</p>
<p>A empresa, em parceria com o SENAI, iniciou, em fevereiro, o curso de capacitação similar ao realizado em Tucano. Inicialmente, foram oferecidas 60 vagas, mas, devido à alta procura e à qualidade das inscritas, o número de vagas foi ampliado para 76. Essas mulheres representam 18 municípios do Rio Grande do Norte e possuem formações em Eletrotécnica, Mecânica, Segurança do Trabalho, entre outras.</p>
<p>“Esperamos que essa especialização seja a primeira de muitas outras, e a expectativa é que ela não só gere mais oportunidades de trabalho, mas também melhor remuneração e melhor qualidade de emprego”, disse Rodrigo Mello, diretor do SENAI-RN e do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER).</p>
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		<title>AES Brasil diversifica seu negócio para transformar a matriz elétrica dos clientes</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2022/07/29/aes-brasil-diversifica-seu-negocio-para-transformar-a-matriz-eletrica-dos-clientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 12:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano passado foi marcante para a AES Brasil, empresa de geração de energia. A companhia concluiu um processo de reorganização societária e migração das ações para o Novo Mercado, segmento de listagem da bolsa de valores brasileira com os mais altos padrões de governança. A empresa também iniciou as obras do Complexo Eólico de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano passado foi marcante para a AES Brasil, empresa de geração de energia. A companhia concluiu um processo de reorganização societária e migração das ações para o Novo Mercado, segmento de listagem da bolsa de valores brasileira com os mais altos padrões de governança. A empresa também iniciou as obras do Complexo Eólico de Cajuína, que vai adicionar 684 megawatts de capacidade instalada a seu portfólio. A AES opera somente com energia renovável. São 4,7 gigawatts de capacidade instalada distribuída nas fontes hídrica (57%), eólica (37%) e solar (6%). “Essa jornada em direção às renováveis vem desde a origem da companhia”, afirma Érika Lima, diretora de planejamento estratégico e ESG da empresa.</p>
<p>Foi também um ano desafiador por causa do cenário hidrológico adverso. A falta de chuvas reduziu os reservatórios das hidrelétricas, o que trouxe de volta o risco de apagão ao país. A estratégia de diversificação com eólica e solar funcionou, e a AES encerrou o ano com um aumento de quase 25% na receita. Os investimentos nessas fontes de energia também ajudaram o Brasil a evitar o pior. No Nordeste, os ventos chegam a responder por mais da metade da eletricidade consumida, dependendo da época do ano.</p>
<p>O objetivo da AES é transformar a matriz energética dos clientes. Para isso, ela adota uma estratégia de investir em fontes de energia limpa que são complementares. As hidrelétricas, com seus reservatórios, funcionam como uma espécie de bateria para armazenar a energia proveniente do vento e do sol. De dia, as fazendas fotovoltaicas operam a toda capacidade. À noite, quando não tem sol, as usinas eólicas são as que trabalham mais. A empresa tem no pipeline 1,3 gigawatt de capacidade instalada. Quando estiver disponível, essa energia elevará a capacidade da AES para 6 gigawatts, sendo 44% de hidrelétrica e eólica, e 11% solar.</p>
<p>A estratégia de crescimento e diversificação do portfólio é acompanhada de uma agenda ESG robusta. A empresa definiu um conjunto de metas relacionadas a seis Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) — entre elas ajudar os clientes a evitar a emissão de 582.000 toneladas de carbono por ano, a partir de 2025. Em três anos, a AES promete compensar suas emissões históricas desde o início da operação, em 1999. Também vai reduzir em 18% o carbono emitido nos escopos 1 e 2, que compreendem as emissões próprias.</p>
<p>Na área social, a AES se destaca nos programas de diversidade. Uma das metas é ter 30% de mulheres e de grupos sub-representados em cargos de liderança até 2025. Nos parques, 50% da mão de obra será local. No Complexo de Cajuína, a companhia replicou um programa de capacitação de mulheres para trabalhar como operadoras de parque eólico, criado no projeto Tucano, na Bahia. Foram mais de 300 currículos cadastrados. “Queremos deixar um legado de desenvolvimento para a região”, diz Lima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Exame</p>
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		<title>AES garante mais clientes para projeto eólico</title>
		<link>https://sindienergia.org.br/2021/11/12/aes-garante-mais-clientes-para-projeto-eolico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindienergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 12:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
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		<category><![CDATA[energia eólica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio à crescente busca das empresas por contratação de energia elétrica de fontes renováveis, a AES Brasil conseguiu garantir três novos contratos para avançar com o projeto Cajuína, complexo eólico de 1,1 gigawatt (GW) de potência que está sendo construído no Rio Grande do Norte. No dia 03/11, a geradora anunciou ter assinado três [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio à crescente busca das empresas por contratação de energia elétrica de fontes renováveis, a AES Brasil conseguiu garantir três novos contratos para avançar com o projeto Cajuína, complexo eólico de 1,1 gigawatt (GW) de potência que está sendo construído no Rio Grande do Norte.</p>
<p>No dia 03/11, a geradora anunciou ter assinado três memorandos de entendimentos (MOU, na sigla em inglês) para contratação de energia de Cajuína. Os acordos somam 200 megawatts (MW) e seguem o modelo de autoprodução, pelo qual o consumidor de energia se torna sócio da usina. O nome das contrapartes não foi revelado, já que os contratos ainda não foram formalmente assinados.</p>
<p>Ao Valor, a presidente da AES Brasil, Clarissa Sadock, disse ainda que a companhia está perto de fechar um novo PPA (contrato de compra e venda de energia, na sigla em inglês), em dólar, com um consumidor exportador. “Há muito tempo os clientes exportadores buscam essa opção de contrato em dólar, estamos abrindo com esse cliente uma nova avenida de crescimento para a companhia”. O acordo terá prazo de 15 anos, envolve 300 MW e prevê a venda de energia convencional. Ainda não está definido se o fornecimento da energia virá através do projeto Cajuína ou do portfólio hídrico da companhia.</p>
<p>As últimas negociações se somam a outras parcerias fechadas recentemente pelo grupo junto a clientes de peso, como Unipar Carbocloro, Ferbasa, Minasligas e BRF. Na visão de Clarissa, o fortalecimento da agenda ESG vem contribuindo para essa tendência, bem como o reconhecimento da companhia como uma referência nesse mercado &#8211; recentemente, a AES atingiu a pontuação máxima “AAA” na agência de ratings MSCI, uma das mais renomadas nas pautas ESG.</p>
<p>Com o avanço na contratação de seus dois principais projetos eólicos &#8211; Cajuína (RN) e Tucano (BA) -, a geradora já mira o desenvolvimento de novos empreendimentos, afim de diversificar ainda mais seu parque gerador e reduzir o risco associado à fonte hídrica. Entre 2021 e 2025, estão previstos R$ 3,5 bilhões em investimentos na construção de Cajuína e Tucano, além da modernização dos ativos existentes.</p>
<p>De acordo com a AES Brasil, as chuvas registradas em setembro e outubro já trouxeram mais alívio aos reservatórios do país, e a expectativa é de que essa tendência permaneça. A companhia trabalha com cenários de níveis de chuvas perto da média histórica até o fim do período úmido, que costuma se encerrar em março.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
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